Autoestima em idosos: como promover o amor-próprio na velhice?



A autoestima é um aspecto fundamental da saúde mental e emocional em todas as fases da vida, inclusive na terceira idade. 

Com o passar dos anos, muitos idosos enfrentam desafios que podem afetar sua autoestima, como a perda familiares e amigos, a diminuição da mobilidade e a solidão.


Por isso, é preciso entender a importância da autoestima para os idosos, os desafios comuns enfrentados e estratégias para promover o amor-próprio e a qualidade de vida nessa fase.

Compreendendo a importância da autoestima na terceira idade

A autoestima é a percepção que uma pessoa tem de si mesma, influenciando sua capacidade de lidar com os desafios da vida e manter um senso de valor próprio.


Na terceira idade, a autoestima desempenha um papel fundamental na saúde mental e física. Um senso positivo de autoestima pode contribuir para uma vida mais feliz e saudável, enquanto uma autoestima baixa pode levar a problemas de saúde mental, como depressão e ansiedade.


Por esta razão, é importante sempre estar atento às emoções dos idosos e oferecer suporte emocional sempre que eles precisarem, incluindo apoio psicológico e familiar.

O impacto da autoestima na qualidade de vida dos idosos

A autoestima desempenha um papel fundamental na qualidade de vida dos idosos, afetando não apenas sua saúde mental, mas também sua saúde física e emocional. 


Assim, a autoestima está associada a uma maior felicidade, satisfação com a vida e bem-estar geral. Por isso, os idosos que têm uma autoestima alta, lidam melhor com o estresse e as adversidades da vida. 


Os idosos com alta autoestima tendem a se sentir mais motivados e engajados em suas atividades diárias, o que pode levar a uma maior qualidade de vida.

Desafios comuns à autoestima enfrentados pelos idosos

Os idosos frequentemente enfrentam desafios que podem impactar negativamente sua autoestima, destacando a perda de familiares, a aposentadoria, as mudanças na saúde e a diminuição da independência.


A perda de familiares e amigos pode causar um profundo sentimento de solidão e isolamento, levando a uma queda na autoestima. 


A aposentadoria, embora seja um momento de descanso merecido, pode deixar os idosos com a sensação de não terem mais propósito ou valor. Além disso, alguns podem ficar preocupados se o dinheiro que eles recebem da aposentadoria será suficiente para pagar as contas no final do mês.


Por último, é preciso considerar que as mudanças na saúde e o agravamento das doenças crônicas podem deixá-los mais deprimidos, porque eles se sentem menos capazes de realizar as tarefas diárias com independência e autonomia.


Por isso, é importante estar ciente desses desafios e oferecer apoio emocional e prático aos idosos para enfrentar esses desafios e manter uma autoestima saudável.

Promovendo a segurança e independência como pilares da autoestima

Promover a segurança e independência é fundamental para fortalecer a autoestima dos idosos. A sensação de segurança está diretamente ligada à confiança e ao bem-estar emocional. 

Como a independência pode fortalecer a confiança em si

Quando os idosos conseguem realizar tarefas diárias por conta própria, como se vestir, preparar refeições ou gerenciar suas finanças, isso reforça sua autoconfiança e senso de competência.


Fazer as atividades com independência contribui para ter uma autoestima elevada, porque isso aumenta o controle sobre a própria vida, promovendo uma imagem positiva de si.


Além disso, a independência permite aos idosos continuarem participando ativamente da vida cotidiana e das atividades que trazem satisfação, incluindo passatempos, exercícios físicos, socialização com amigos e familiares.


A independência proporciona aos idosos uma maior liberdade de escolha e tomada de decisões na vida, algo empoderador e que promove um senso de realização pessoal.

O papel da segurança no bem-estar emocional dos idosos 

Para garantir a segurança e bem-estar emocional dos idosos, é importante investir em soluções de teleassistência, como o botão de emergência.


O botão de emergência permite que os idosos solicitem ajuda imediata com o simples toque de um botão, estejam eles enfrentando uma emergência médica, uma queda ou desmaio.


Para situações que acontecem em casa, a TeleHelp desenvolveu o botão de emergência específico para isso, integrado ou não com o sensor de desmaio. No modelo sem sensor de desmaio, quando uma queda acontece, o idoso precisa apenas apertar o botão para pedir ajuda.


Após ser pressionado, em até 60 segundos, um profissional da TeleHelp entra em contato com ele para avaliar a situação e ligar para os familiares previamente cadastrados.


É importante lembrar que o botão de emergência para usar em casa integrado com sensor de desmaio é vital para pessoas que possuem histórico de mal-estar ou usam medicamentos que favorecem esse quadro. 


Quando uma queda é detectada pelo sensor, um sinal é enviado imediatamente para a central de atendimento, sem que seja necessário apertar o botão para pedir ajuda. 


Por fim, a TeleHelp também desenvolveu botão de emergência específico para usar fora de casa, ideal para idosos mais ativos que gostam de praticar muitas atividades ao ar livre.


Esse botão de emergência para usar fora de casa vem integrado com sensor de desmaio, GPG e viva-voz, facilitando o atendimento e garantindo uma resposta ágil de socorro.

Estratégias para melhorar a autoestima dos idosos

Existem diversas estratégias eficazes para melhorar a autoestima dos idosos e promover um envelhecimento saudável e ativo.


Primeiramente, é importante que eles mantenham uma rotina de atividades físicas para aumentar a força e a autoconfiança.


Em segundo lugar, também é indispensável que eles tenham passatempos e cultivem interesses na construção de uma identidade positiva.

Atividades físicas adaptadas para aumentar a força e a autoconfiança

As atividades físicas precisam ser adaptadas, porque elas desempenham um papel fundamental no aumento da força e da autoconfiança dos idosos, contribuindo significativamente para um envelhecimento saudável e ativo. 


A musculação leve é boa opção, porque ajuda a fortalecer os músculos, aumentar a resistência e melhorar a postura, aspectos que influenciam diretamente na autoconfiança. 


O yoga e o alongamento também são excelentes para melhorar a flexibilidade, a coordenação motora e o equilíbrio, proporcionando relaxamento e bem-estar emocional.


Para quem gosta de praticar atividades ao ar livre, as caminhadas são uma excelente alternativa, já que são exercícios aeróbios de baixo impacto que ajudam a melhorar a saúde cardiovascular, a resistência física e a disposição.


Por fim, o pilates é uma atividade física que se concentra no fortalecimento dos músculos centrais do corpo, melhorando a postura, a estabilidade e a coordenação motora. Essa prática pode aumentar a autoconfiança ao melhorar a consciência corporal e a sensação de controle sobre o próprio corpo. 


Dessa maneira, é preciso que todas as atividades físicas sejam adaptadas às necessidades e limitações de cada pessoa, sempre com a supervisão de um profissional de educação física e de um médico.

A importância de hobbies e interesses na construção de uma identidade positiva

Manter-se envolvido em atividades que proporcionam prazer e satisfação não apenas estimula a mente e o corpo, mas também contribui para uma sensação de propósito e realização pessoal.


Os hobbies permitem que os idosos explorem novas paixões e talentos, contribuindo para desenvolver os interesses ao longo da vida, mantendo a mente afiada e estimulada.


Além disso, os hobbies podem fornecer uma maneira de se conectar com os outros e construir relacionamentos significativos, ou seja, participar de grupos de interesse ou clubes relacionados a um hobby específico oferece a oportunidade de conhecer pessoas com interesses semelhantes e ajuda a reduzir a solidão. 


Por fim, os hobbies são uma fonte de alegria e prazer, proporcionando momentos de felicidade e gratificação. Essas experiências positivas podem fortalecer a autoestima e a autoimagem, ajudando os idosos a manter uma atitude positiva em relação a si e à vida em geral.

Fomentando relações sociais saudáveis

Cultivar relações sociais saudáveis é essencial para o bem-estar emocional e mental dos idosos. 


As amizades oferecem companhia, apoio emocional e uma sensação de pertencimento, reduzindo a solidão e a depressão, porque ter amigos próximos com quem compartilhar experiências e sentimentos é essencial para manter uma boa saúde mental e emocional.


Além das amizades, também é importante participar de grupos de apoio e atividades comunitárias, porque eles proporcionam um ambiente seguro e acolhedor em que os idosos podem se conectar com outras pessoas que compartilham de interesses semelhantes. 


Portanto, cultivar relações sociais saudáveis é essencial para o bem-estar dos idosos. A amizade, o suporte social, os grupos de apoio e as atividades comunitárias são formas importantes de promover uma vida feliz, significativa e saudável na terceira idade.

Grupos de apoio e atividades comunitárias


Os grupos de apoio e as atividades comunitárias desempenham um papel importante na promoção do bem-estar emocional e social dos idosos. Esses espaços oferecem oportunidades valiosas para interação social, suporte mútuo e participação ativa na comunidade.


As atividades comunitárias também são uma excelente maneira dos idosos se envolverem e contribuírem para a comunidade, porque  eles não só oferecem uma sensação de propósito e realização, mas também proporcionam oportunidades de socialização e construção de novas amizades.


Os grupos de apoio promovem a inclusão social, a troca de experiências e o fortalecimento dos laços comunitários, contribuindo para uma vida mais plena, significativa e com alta autoestima na terceira idade.


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